Mostrando postagens com marcador arqueologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arqueologia. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de junho de 2012

NOVA DIRETORIA DO CBA


Diretoria eleita na AGO de 31/05/2012
PRESIDENTE:   Uiara Martins de Carvalho 
VICE-PRESIDENTE:   Fabio Palmeiro do Amaral  
1º SECRETÁRIO:   Romulo Lima Ayres   
1o TESOUREIRO:   Miguel de Souza Medeiros 
DIRETOR DE ENSINO:  Cláudia de Carvalho Falci Bezerra
DIRETOR DE PESQUISAS:   Cláudio Prado de Mello 
CONSELHO FISCAL:  Efetivos:  Homero Tomaz  Guião  Filho, Vitor Manoel Rodrigues do Nascimento  e Fábio Ferreira Dias  
CONSELHO CONSULTIVO:  Camila Fernanda Nunes Borges Leal 

domingo, 15 de abril de 2012

Geologia e saúde curso de extensão em EAD



MATRÍCULAS ABERTAS


NOVAS TURMAS EM EAD ENSINO A DISTÃNCIA


CERTIFICADO DE EXTENSÃO 


DURAÇÃO DOIS MESES OU OITO SEMANAS


AULAS SEMANAIS




GEOLOGIA E SAÚDE. IMPERDÍVEL.CURSO EM EAD 


FUNDAMENTADO NA OBRA DO MESMO NOME Gianni 


Cortecci Professor de Geoquímica do Dipartimento di Scienze 


della Terra e Geologico-Ambientale, Università degli Studi di 




Bologna Tradução de Wilson Scarpelli, São Paulo, Brasil (wiscar




MATRICULA


ENVIAR NOME COMPLETO PARA O CERTIFICADO


ENDEREÇO RESIDÊNCIA E/OU COMERCIAL


PAGAR TAXA ÚNICA DE 100,00 (CEM REAIS)




NÃO HÁ MENSALIDADE




DEPOSITAR A TAXA  ÚNICA






 NO BANCO DO BRASIL




.
Agência Abolição  0472-3 c/c 51182-x   




NOTIFICAR AO FAZER O PAGAMENTO DA TAXA PARA


secretario1@cbarqueol.org.br  A/C Vanessa Rodrigues


diretoria de ensino do CBA.






QUEM PODE FAZER O CURSO ?






ESTUDANTES E PROFESSORES ENSINO MÉDIO E 


SUPERIOR


MÉDICOS E DENTISTAS GEÓLOGOS E GEÓGRAFOS


VETERINÁRIOS, GEOQUÍMICOS, GEOFÍSICOS


ANTROPÓLOGOS E ARQUEÓLOGOS


ENGENHEIROS, AGRÔNOMOS, ARQUITETOS


BIÓLOGOS, BIOMÉDICOS


PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE EM GERAL


MAIS INFORMAÇÕES:


secretario1@cbarqueol.org.br ou sobento@gmail.com

quinta-feira, 15 de março de 2012

FIM DE PRAZO DE INSCRIÇÃO EM CURSO

AGENDA
DIA 15 DE MARÇO DE 2012

INSCRIÇÃO NO CURSO EAD/PRESENCIAL

ÚLTIMO DIA PARA SE INSCREVER

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA GEOCIÊNCIAS




ESTUDO DAS GEOCIÊNCIAS


CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA






Pequena taxa para fazer o curso com certificado de extensão.








terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ARQUEOLOGIA INDUSTRIAL E DA PAISAGEM EM ITABORAÍ-RJ

************************************************************************************ ARQUEOLOGIA INDUSTRIAL E DA PAISAGEM EM ITABORAÍ-RJ FRANCISCO OCTAVIO BEZERRA octavio_bezerra@hotmail.com BENEDICTO HUMBERTO RODRIGUES FRANCISCO MN-UFRJ *********************************************************************************** Na década de vinte o Sr. Ernesto Coube encontrou na fazenda São José de sua propriedade um material que julgou tratar-se de caulim. Entregou as amostras ao engenheiro Carlos Euler que as enviou ao Laboratório de Química do Serviço Geológico do Brasil.. Uma coleção de fósseis efetuada por Luciano Jacques de Moraes foi enviada para C. J. Maury nos Estados Unidos da América que identificou espécies de moluscos Novas e importantes coleções efetuadas nos anos seguintes evidenciaram para o mundo a importância científica da pequena bacia sedimentar de São José de Itaboraí no Estado do Rio de Janeiro. Os estudos mostraram também ser viável a explotação do calcário para cimento, uma indústria ainda incipiente no Brasil, posto que a única fábrica em operação estivesse localizada em Perus, São Paulo. A Cia. de Cimento Portland Mauá obteve permissão para explorar a jazida pelo contrato de 31 de outubro de 1931 assinado e registrado no Tribunal de Contas da união em 18 de novembro de 1932, instalando a fábrica em Guaxindiba, Município de São Gonçalo, servido por estrada de ferro. Um ramal foi construído até São José para escoamento da matéria prima. A fábrica de cimento foi inaugurada festivamente com a presença do Presidente Getúlio Dornelles Vargas, constituindo um importante marco no desenvolvimento industrial do Brasil. Em 1935 a Cia Mauá obteve o registro de mina (manifesto) na Divisão de Fomento da Produção mineral em atendimento ao que dispõe o artigo 30 do decreto 24 642 de 1934 tornando obrigatório o registro das minas em operação no País. O cimento da fábrica de Guaxindiba foi usado para construções importantes como o Estádio Mário Filho (Maracanã) inaugurado em 1950 para Copa do Mundo de Futebol da FIFA e a Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói). Foi também da Mauá o primeiro saco de cimento (foto) em papel substituindo os antigos recipientes usados para transporte de cimento, feitos de madeira e depois de pano. A fábrica bateu seguidos recordes de produção em razão da excelência do calcário de Itaboraí e do volume crescente da reserva medida nos anos seguintes, chegando a atingir o volume total de até 2 050 700 m³ de minério. O esgotamento gradativo da reserva de calcário apropriado para cimento, somado à descoberta de importantes jazidas em Cantagalo, levou ao abandono paulatino da pedreira a partir de 1982 e que se consumou em 1984, com a retirada das máquinas e o fechamento dos escritórios localizados em São José. A outrora próspera vila municipal deu lugar a uma espécie de cidade fantasma, com a saída de moradores e o fechamento quase total do comércio local, fato agravado pela crise da cultura da laranja, na mesma época atingida por séria doença nos laranjais. A área original operada pela Cia. Mauá era de 1 34 155 2,50 m² o que corresponde ao terreno desapropriado pela Prefeitura em 12 de abril de 1990 e que estabelece a área do Parque Paleontológico conforme o decreto lei de 12 de dezembro de 1995. A retirada das bombas que impediam o acúmulo de água na cava proporcionou depois de algum tempo a formação da lagoa artificial de São José que atualmente abastece de água a região através de uma cooperativa (COPERAGUA). A ação coordenada inicialmente pelo professor Fausto Luiz de Souza Cunha e depois por um grupo de professores e pesquisadores apoiados pelo Museu Nacional e pelo DRM levou à criação do Parque Paleontológico São José, conforme o decreto lei municipal 1346 de 12 de dezembro de 1995, assinado pelo prefeito João Scolfaro. No ano seguinte foi instituída por Portaria Municipal a Comissão Gestora do Parque, formada por pesquisadores, representantes da comunidade e da prefeitura de Itaboraí.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Arqueólogos debatem a regulamentação da profissão

Arqueólogos debatem a regulamentação da profissão Embora a arqueologia cresça e ganhe respeito no país, impulsionada pelos investimentos privados e públicos, a questão da regulamentação da profissão segue em aberto. Enquanto o PL912/2007, que trata do tema, de autoria da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), tramita na Câmara desde abril após desarquivamento, debates sobre os rumos da profissionalização seguem em movimento na busca de alguma regulação. Esse foi o tema central da mesa redonda promovida pela divisão técnica de Engenharia do Ambiente (DEA), com o apoio da DTE de Eletrônica e Tecnologia da Informação (DETI). Enquanto não é aprovada uma lei que regulamente a profissão, a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) se posicionou de forma a reconhecer como arqueólogos todos os seus sócios efetivos e chegou a apresentar proposta ao Ministério Público nesse sentido. O Centro Brasileiro de Arqueologia (CBA) se opõe. “Quem não é sócio da SAB fica como? O CBA luta pela regulamentação por acreditar que é um caminho mais democrático. Não acreditamos ser tarefa das instituições assumirem esse tipo de postura”, explicou Benedicto Humberto Francisco, membro do CBA e sub-chefe da DEA. Segundo o arqueólogo Claudio Melo, diferentemente de um tempo em que a arqueologia só podia contar com a CAPES e o CNPQ. “A arqueologia hoje é incentivada por projetos de engenharia que colocam no mercado boas verbas que levam adiante a pesquisa científica”. Sobre a questão da regulamentação, Melo declarou que a SAB apresentou ao MP propostas que acabariam por limitar a gestão dos projetos a poucos profissionais por meio do estabelecimento de níveis de qualificação profissional para o exercício da arqueologia, criando uma reserva de mercado. “De acordo com a proposta, os novos arqueólogos seriam os criados dos velhos coronéis. Nós já passamos dessa fase. Isso seria um retrocesso”, declarou Cláudio.
O evento também marcou os 50 anos do CBA, que foi apresentado pela engenheira Catherine Beltrão, que falou da sua importância em meio século de luta pelo reconhecimento e valorização dos arqueólogos no Brasil. “Nós congregamos não só arqueólogos, mas todos os estudiosos da área da arqueologia, pré-história e ciências afins que trabalham para realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas autorizadas pelo Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN)”, explicou. Fonte: Jornal do Clube de Engenharia, edição de agosto 2011.