CURSO EAD SOBRE MEIO AMBIENTE
MATRÍCULAS ABERTAS
O CURSO COMEÇA DIA 15 DE MARÇO
COORDENA O CURSO A PROFESSORA VANESSA FRANCISCO
SAIBA MAIS ACESSANDO O LINK
http://aplbananaorg.blogspot.com.br/2015/02/curso-sobre-meio-ambiente-modalidade-ead.html#comment-form
BENEDICTO RODRIGUES
GEÓLOGO E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO
Destinado a artigos e informações de interesse público geral com ênfase ao que rola nos municípios do interior do Brasil. Prestação de serviços nas áreas de educação, saúde e ambiente.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
domingo, 14 de setembro de 2014
Museu de Geologia
Museu de Geologia
A CPRM possui em Porto Alegre um museu de geologia, criado em janeiro de 1995, que tem por missão promover a divulgação das geociências, mostrando a beleza do reino mineral e difundindo seus fundamentos científicos.
O Museu de Geologia da CPRM não se limita a exibir belos cristais ou exóticos arranjos de minerais. Ele promove exposições, palestras em escolas, intercâmbio com outros museus e colecionadores, doações a escolas e alunos, além de manter um serviço gratuito de orientação técnica e científica sobre questões relativas aos minerais, rochas e fósseis.
O Museu de Geologia da CPRM não se limita a exibir belos cristais ou exóticos arranjos de minerais. Ele promove exposições, palestras em escolas, intercâmbio com outros museus e colecionadores, doações a escolas e alunos, além de manter um serviço gratuito de orientação técnica e científica sobre questões relativas aos minerais, rochas e fósseis.
Quem mais visita o museu são as escolas, tanto de Porto Alegre como de outras cidades gaúchas. Os alunos da quinta série do Ensino Fundamental (que estão estudando rochas, minerais e fósseis) e os que estão concluindo o Ensino Médio (e buscam definir sua profissão) destacam-se entre os visitantes, mas várias turmas da pré-escola e de universidades já estiveram lá.
Nesses 12 anos de existência, o museu reuniu um bom acervo, onde podem ser vistos minerais de 23 estados brasileiros e de 52 outros países, incluindo raridades como tectitos, meteoritos e minerais de bórax (que o Brasil não produz), além de pedras preciosas brutas (100 tipos) e lapidadas (62 tipos). A lulzaquita, mineral que se tornou conhecido no início do ano 2000, está lá também e talvez seja o único espécime no Brasil. Veja ainda minerais menos raros, porém mais famosos, como ouro (em forma de pepita) e diamante.
Pelo trabalho de divulgação das ciências da Terra feito junto à comunidade, através do Museu de Geologia, a equipe da Superintendência Regional de Porto Alegre ganhou uma menção honrosa no Prêmio Qualidade CPRM em 1996.
Em 1997 a equipe do Museu de Geologia ganhou outra menção honrosa, desta vez concedida pela própria Superintendência de Porto Alegre: o Prêmio Destaque, ali criado para recompensar os colaboradores internos e externos que tenham se sobressaído nas atividades desenvolvidas nos últimos 12 meses.
No final do ano 2000, o Brasil Online incluiu o site do Museu de Geologia da CPRM entre os dez melhores do Brasil na categoria Arte e Cultura.
Se você quer aprender mais sobre pedras preciosas, cristais, fósseis etc., seu caminho é o Museu de Geologia. Se você é colecionador e quer aumentar sua coleção, venha conferir o que ele tem para lhe oferecer e veja, neste site, as orientações para colecionadores.
Horário de funcionamento
As visitas podem ser feitas nos dias úteis, entre 9h e 12h ou entre 14h e 17h. Para visitas em grupo, o museu coloca à disposição um técnico que orienta e acompanha os visitantes, solicitando-se, neste caso, contato prévio para acertar data e horário.
Comunique-se conosco pelo telefone (51) 3406-7300, pelo fax (51) 3406-7312 ou pelo endereço eletrônico museugeo@cprm.gov.br.
Endereço
O Museu de Geologia fica na Rua Banco da Província, 105, no bairro Santa Teresa. É permitido usar o estacionamento da CPRM. De ônibus, utilize a linha 195 (TV); e de táxi-lotação (não recomendável), a linha Menino Deus.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
PESQUISAS NO rn
O Centro Potiguar de Geociências (CPGeo) participará com um estande na Expogef 2011 e fará apresentações técnicas no 12º Congresso Internacional da SBGf (12º CISBGf), que será realizado de 15 a 18 de agosto no Rio de Janeiro.Atuando há quatro anos com processamento de sísmica de reflexão 2D e 3D, utilizando softwares comerciais e próprios, a CPGeo pretende apresentar seus novos produtos de pesquisa nas áreas de CRS (Common Reflection Surface), Correções Estáticas, Realce das Altas Frequências e processamento de dados sísmicos adquiridos com fonte vibradora.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
CURSO DE GEOLOGIA EAD EXTENSÃO
CURSO DE GEOLOGIA EAD EXTENSÃO
SEGUNDA TURMA INICIANDO EM SETEMBRO DE 2014
Escrito por bene-francisco às 17h21
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24/12/2013
GEOLOGIA AGORA É NO INETEP
SEGUNDA TURMA INICIANDO EM SETEMBRO DE 2014
O INETEP oferece o CURSO DE GEOLOGIA na modalidade EAD, nível EXTENSÃO, coordenado pelo Professor Benedicto Rodrigues. A proposta tem por objetivo contribuir para inserção e permanência de pessoas no mercado de trabalho profissional e a geração e melhoria de renda através de sua adequada qualificação profissional
A modalidade EAD permite a interação entre os alunos e os tutores e ainda entre os próprios alunos, o que é desejável que aconteça ao longo do curso.
Desejamos que todos aproveitem o curso ao máximo, de forma que a qualificação profissional de cada um seja alcançada como é o objetivo principal do curso.
Público Alvo
Abrange as pessoas diretamente interessadas nos conhecimentos sobre Ciências da Terra. Nesse caso estão incluídos professores e estudantes de ensino médio e superior nas áreas de geologia, geografia, biologia, agronomia.
Profissionais como geólogos, geógrafos, agrônomos, biólogos e paleontólogos, químicos e geoquímicos, físicos e geofísicos e. técnicos em mineração e geologia , docentes de fundamental ao superior e todos os interessados em Geociências.
MATRÍCULAS ABERTAS
Saiba mais no site do INETEP
Escrito por bene-francisco às 17h21
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24/12/2013
GEOLOGIA AGORA É NO INETEP
CURSO EAD DE GEOLOGIA AGORA É NO INETEP
ACESSE www.inetep.com.br para saber mais sobre o curso.
Bene Rodrigues coordena o curso.
sábado, 2 de agosto de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
GEOPOLITICA DAS TERRAS RARAS
PORTAL DO CLUBE DE ENGENHARIA APRESENTA
PAINEL DISCUTE TERRAS RARAS E FOCALIZA O NIÓBIO
LEIA MAIS
PAINEL DISCUTE TERRAS RARAS E FOCALIZA O NIÓBIO
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No dia 9 de maio, em evento organizado pela Divisão Técnica de Recursos Minerais, chefiada pelo geólogo Benedicto Humberto Rodrigues Francisco, a memória de um grande profissional dividiu espaço com um dos debates mais relevantes no que diz respeito ao posicionamento estratégico do país na área da mineração. Francisco Eduardo Lapido Loureiro, falecido em novembro de 2012, fez parte de um grupo de geólogos que se uniu no esforço de criar uma cadeia produtiva para as Terras Raras no Brasil, em momento conturbado no qual a grande fornecedora mundial, a China, passou a usar os insumos ao invés de exportar.
Ronaldo Luiz Correa dos Santos, Coordenador de Processos Metalúrgicos e Ambientais do Centro de Tecnologia Mineral do Ministério de Ciência e Tecnologia apresentou os esforços realizados pelo Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), mais especificamente pelo professor Lapido, para que fosse instalada uma cadeia produtiva de elementos de terras raras no Brasil e, ainda, aspectos geopolíticos e econômicos relacionados à escassez de elementos de terras raras. Segundo Ronaldo, até os anos 90, o preço da mineração de Terras-Raras no mundo não era compatível com o dos produtos e insumos, o que causou o desinteresse mundial. Em 2010, os preços saltaram e surgiram dificuldades no fornecimento de materiais de Terras Raras, concentrados e intermediários, quando a China deixa de exportar. “A projeção do desabastecimento de Terras Raras trazia consequências para a indústria de tecnologia e militar. Isso representou mudança de paradigmas para países que tiveram que buscar soluções próprias”, explica.
Enquanto o mundo via problemas, o Brasil viu oportunidades. A dependência da China no que diz respeito aos elementos de Terras Raras era grande e o desabastecimento, um cenário provável em curto prazo em todo o mundo. Por isso, a retomada da exportação das Terras Raras voltou à agenda governamental e o CETEM foi chamado a cooperar. “Tivemos a honra de trabalhar com Lapido, um dos geólogos que mais conhece Terras Raras no mundo. Ele trabalhou na tarefa de fornecer subsídios ao Ministério de Ciência e Tecnologia no sentido da viabilização de uma cadeia produtiva no país”, conta. Ronaldo falou também do livro lançado por Lapido. “Ele retrata toda a fase de turbulência e exigiu de Lapido um esforço muito grande de compilação de dados, atualização de informações e busca de veracidade”, declarou. Mediadora do evento, Maria Glícia da Nóbrega, geóloga do CPRM e conselheira do Clube, destacou a importância do tema e a necessidade de que ele seja discutido com maior frequência: "Nós, que trabalhamos com a geologia, sabemos da importância de encontros como esse para falar das Terras Raras, algo tão relevante para uma estratégia de país. Nessa área, é indiscutível o trabalho de Francisco Lapido Loureiro".
O potencial do Nióbio
O professor Edson Monteiro, conselheiro do Clube de Engenharia, ao proferir a palestra “O efeito do nióbio nas estruturas cristalinas ferrosas de baixo carbono – fato notável para a siderurgia brasileira” falou sobre o primeiro contato que teve com o Nióbio, ao se deparar com artigo de uma publicação científica americana que falava das experiências japonesas feitas a partir de um minério brasileiro que transformaria completamente a história da metalurgia, da indústria naval, e mudaria todos os parâmetros da indústria petrolífera. "Daí em diante o jovem professor passou a guardar e a estudar tudo o que lia e ouvia sobre aquele minério", lembra.
Embora tenha destacado a importância do Nióbio para o país e evidenciado que “toda colocação técnica guarda uma associação com aspectos ideológicos”, o professor preferiu se ater ao viés técnico. “É inevitável que, à medida que tomamos conhecimento dos aspectos científicos, se faça uma ponte com o aspecto ideológico que, nesse caso, se reflete na questão da soberania nacional. No entanto, optei por uma palestra técnica e não ideológica, por mais que ela seja óbvia no caso desse metal. Não posso, por exemplo, entrar em detalhes sobre determinados acordos internacionais que, na minha opinião, ferem o interesse nacional. Então, vou falar de aspectos técnicos que vão se somar ao panorama de grande valor que tem esse metal e o minério correspondente”, afirmou.
Usado como ingrediente indispensável para a construção de turbinas de aeronaves, tomógrafos, subconjuntos de foguetes e pela indústria nuclear, o Nióbio é uma das grandes riquezas do Brasil. O país possui 98% das reservas conhecidas em todo o mundo e o Ferro-Nióbio ocupa o terceiro lugar na pauta brasileira de exportação, perdendo apenas para o minério de ferro e o ouro. Em 2012, a exportação chegou a 71 mil toneladas. A partir desses dados básicos, o professor Edson falou sobre a importância fundamental do ferro-nióbio na metalurgia. Em palestra profundamente técnica e teórica sobre os fundamentos da metalurgia física e a importância do nióbio nesse contexto, Edson explicou que “a utilização do nióbio leva à redução de massa, de emissão de CO2, do gasto energético e de custo na estrutura para construção. Isso é provocado exclusivamente pelo fato do Nióbio ser capaz de inibir o crescimento de grão da austenita. Se nós olharmos em um livro de metalurgia quais são os mecanismos de aumento de resistência dos materiais, veremos que são raríssimos aqueles identificados como inibição do crescimento do grão de austenita. Em se tratando de estrutura física, construção metálica, é incomparável o benefício do nióbio, cujas jazidas estão nas Minas Gerais”, declarou.
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